sábado, 25 de fevereiro de 2012

Brasil é 2º em ranking mundial de valorização imobiliária

O preço dos imóveis subiu 27,82% em 2011 e só não superou a alta registrada na Índia, mostra pesquisa


Brookfield
Construção em São Paulo: preços dos imóveis têm a segunda maior alta do mundo
São Paulo – Os imóveis no Brasil tiveram uma valorização nominal de 27,82% em 2011, a segunda maior do mundo. Segundo pesquisa realizada pelo site Global Property Guide, que auxilia investidores na busca de imóveis ao redor do mundo, o Brasil ficou atrás apenas da Índia no ranking da variação dos preços dos imóveis, que incluiu 35 países (veja abaixo):
PaísValorização imobilária em 2011Alta em 2010
Índia35,77%ND
Brasil27,82%23,49%
Estônia12,79%13,40%
Hong Kong11,36%22,13%
Noruega7,97%6,60%
Turquia7,30%2,27%
Islândia7,18%-1,49%
Coreia do Sul7,02%1,70%
Singapura5,85%17,56%
Ucrânia5,29%-9,47%
Indonésia5,05%2,91%
Letônia4,81%10,31%
Suíça4,42%1,12%
Alemanha3,89%3,06%
África do Sul2,80%3,16%
Nova Zelândia1,84%-0,74%
China1,28%2,65%
Reino Unido1,15%57,00%
Finlândia1,04%5,23%
Lituânia-0,36%-4,01%
Croácia-0,92%-5,24%
Israel-1,21%17,04%
Estados Unidos-2,43%-4,21%
Eslováquia-2,68%-2,08%
Suécia-2,76%5,23%
Holanda-3,38%-1,00%
Japão-3,98%5,82%
Portugal-4,15%-2,21%
Austrália-4,84%4,64%
Bulgária-6,16%-5,58%
Polônia-6,60%0,64%
Espanha-6,78%-3,53%
Taiwan-7,44%10,91%
Grécia-7,94-5,83%
Irlanda-15,82%-11,04%
O ranking revela que a alta dos imóveis no Brasil e na Índia não tem qualquer paralelo com o que está acontecendo nos demais mercados ao redor do mundo. Descontando a inflação da variação do preço dos imóveis, houve desvalorização em 22 dos 35 países pesquisados. Além disso, em 21 países o desempenho do mercado imobiliário foi pior do que no ano anterior. Os números do quarto trimestre foram ainda piores. Houve alta real de preços em apenas 10 dos 35 países.
O site Global Property Guide atribui a desvalorizações dos imóveis na maioria dos mercados pesquisados ao fraco crescimento econômico mundial, às preocupações com o elevado endividamento dos países ricos, à baixa confiança do consumidor e ao alto desemprego em diversas nações.
Já a situação no Brasil seria oposta porque a economia vai bem. O Banco Central está em meio a um ciclo de redução das taxas de juros – o que sempre é positivo para o mercado imobiliário. As incorporadoras também costumam explicar as altas de preços com o aumento dos custos de construção, já que mão de obra, terrenos e materiais de construção são hoje muito mais caros do que eram há alguns anos.
Por último, especialistas do mercado imobiliário também costumam apontar a desinformação de muitos compradores como fator de pressão sobre os preços. Os imóveis nas principais cidades brasileiras mais do que dobraram de preço nos últimos cinco anos. No imaginário de alguns investidores, os imóveis se transformaram em sinônimo de bom negócio.

O que muita gente se esquece em épocas de euforia é que, da mesma forma que os preços sobem, também podem descer. A Ásia é um bom exemplo disso. Segundo a pesquisa da Global Property Guide, com exceção da Índia, os preços estão acomodados ou até mesmo em queda na região, que foi a queridinha dos investidores globais na década passada.
As valorizações em Hong Kong, Cingapura e China foram bem menores em 2011 do que no ano anterior. Já em Tóquio e Taiwan, houve recuo de preços. As desvalorizações ocorreram mesmo com a região ainda em um momento econômico favorável, o que levou o Global Property Guide a afirmar que o “boom imobiliário na Ásia acabou”.
A Europa é outra região que prova que os preços podem cair – em alguns casos, de forma acentuada. Espanha, Grécia e Irlanda apresentaram péssimos resultados neste ano. O alto endividamento e a falta de confiança dos investidores reforçam a percepção de que a Europa entrará em nova recessão em breve – o que sempre tende a enfraquecer o mercado imobiliário ainda mais do que outros setores da economia.
Fonte: Exame


domingo, 12 de fevereiro de 2012

O que significa o conceito “built-to-suit”?

Por definição, trata-se de uma modalidade de operação imobiliária que pode ser traduzida como construção sob medida, consistindo em um contrato pelo qual um investidor viabiliza um empreendimento imobiliário segundo os interesses de um futuro usuário, que irá utilizá-lo por um período pré-estabelecido, garantindo o retorno do investimento e a remuneração pelo uso do imóvel.
Embora existam ofertas disponíveis no mercado imobiliário, muitas vezes não se mostram adequadas às necessidades dos usuários, caracterizados pelos seguimentos comerciais, industriais e de serviços, que buscam primeiramente uma custonização dos espaços, o que traz racionalização dos custos de operação.
Além disso, é notória a aversão empresarial à alocação de recursos para imobilização em ativos fixos, que obriga o comprometimento de uma parcela significativa do fluxo de caixa operacional para atividades que não estejam diretamente relacionadas com o foco de seu negócio, o denominado “core business”.
Trata-se assim de uma modalidade muito utilizada pelas indústrias nos Estados Unidos e na Europa, setor que congrega o maior número de edificações nesta sistemática no Brasil, incluindo galpões e centros de distribuição, mas que se estende também aos setores de escritórios, hoteleiro e educacional.
Como principais características das construções destinadas a estas operações podemos citar o rigor das especificações técnicas do futuro usuário e o prazo exíguo exigido para sua conclusão, sendo exemplos mais visíveis no país as sedes da Petrobrás e Rede Globo de Televisão, as indústrias Alpargatas e o centro de distribuição da rede C & C de materiais de construção.
Do ponto de vista operacional, o futuro usuário, espera do investidor a aquisição do terreno, definição do projeto que atende suas necessidades, desenvolvimento e construção do imóvel e entrega do empreendimento pronto por valor pré-determinado, a ser pago em parcelas mensais.
Pelo lado do investidor, este busca o retorno dos investimentos alocados no projeto e a remuneração pelo uso do imóvel, cuja principal característica é a exigibilidade da permanência do usuário, associada às previsibilidades e segurança do fluxo projetado, o que permite a securitização deste contrato, através da distribuição de títulos a investidores, que terão como lastro o pagamento das parcelas contratadas.
No que se refere à formatação contratual deste instrumento, deve ser entendida como uma nova modalidade locatícia, onde os contratantes estabelecem suas obrigações antes mesmo do início da construção, cuja principal característica talvez seja o período longo e atípico estabelecido, normalmente compreendido entre 10 e 20 anos.
Diante disso, ainda que os contratos sejam soberanos entre as partes, existe uma corrente doutrinária que entende ser o contrato na modalidade “built-to-suit” uma locação típica, o que pode significar um risco para o empreendedor, ao se sujeitar às mudanças na legislação do inquilinato, bem como no tocante à redução proporcional da multa.
Felizmente, trata-se de pensamento minoritário, pois o entendimento dominante busca respaldo no conceito primordial  do contrato, que é não só a remuneração do imóvel, como na Lei das Locações, mas também a amortização dos investimentos realizados para concretização do negócio contratado.
Dessa forma, ao ocorrer um eventual rompimento do contrato pelo usuário, deverá ser estabelecida uma multa que reflita a soma dos valores contratados, garantindo assim as obrigações assumidas, especialmente no que se refere aos fluxos esperados.
Esta linha doutrinária encontra amparo no art. 473 do Novo Código Civil, que em seu parágrafo único, respalda o conceito de locação neste formato, cuja rescisão somente poderá ser efetivada pelo usuário antes do prazo quando transcorrido o período equivalente à natureza e vulto dos investimentos realizados.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Gafisa confirma que recebeu proposta de bilionário americano




A construtora Gafisa recebeu proposta de compra do megainvestidor americano Sam Zell e da brasileira GP Investimentos. A empresa confirmou a proposta após a forte alta das ações na semana.

Desde terça, circulam rumores no mercado de que a construtora, cujas ações caíram 65% em 2011, seria alvo de aquisição de investidores estrangeiros e brasileiros.
A aquisição se daria por meio de oferta aos acionistas.

Nesta semana, as ações ON subiram 20% e o volume financeiro movimentado foi quatro vezes maior do que a média -- era de R$ 50 milhões diários e saltou a R$ 200 milhões nos últimos pregões.

Desde que comprou a construtora Tenda, especializada em baixa renda, a Gafisa começou a enfrentar problemas financeiros.

A construtora teve forte queda no número de lançamentos em 2011. No terceiro trimestre, os lançamentos foram de R$ 1 bilhão -- 15% menos do que no mesmo período anterior.

Na época, a construtora justificou com uma mudança na estratégia em busca de maior rentabilidade.

O megainvestidor Sam Zell já chegou a ter 24% da Gafisa, mas foi reduzindo sua participação gradativamente até zerá-la no final de 2010.

No comunicado ao mercado, a Gafisa afirmou que não "tem informação acerca dessa suposta oferta pública" para aquisição de ações. Por outro lado, a construtora confirmou que recebeu uma "proposta preliminar" dos investidores, que está sendo examinada pela administração.

"A Gafisa está permanentemente estudando novas oportunidades de desenvolvimento de negócios e exploração de seus ativos e manterá o mercado informado acerca do resultado da análise dessa proposta."


Fonte:  Folha.com

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Empreendimentos temáticos são nova forma de atrair quem quer comprar imóvel




Imagine morar num condomínio inspirado na magia de um dos clássicos do cinema americano, no luxo de um palácio francês, no conforto dos spas ou nos belos projetos paisagísticos do Rio. Impossível? Não! Os empreendimentos temáticos têm virado uma endência no mercado.

Baseadas em conceitos variados – que vão de projetos arquitetônicos de outros países a temas mais abrangentes -, as construtoras investem de forma crescente na construção de condomínios inspirados numa ideia, presente nas áreas de lazer, na decoração e nos nomes do prédio e de seus espaços internos.

“Estamos na geração dos condomínios-clubes. Com a correria do dia a dia, a ideia é nos proporcionar tudo, para que tenhamos lazer sem sair de casa, com prédios conceituados e cheios de atrativos. Alguns são mais completos que hotéis”, avalia o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rubem Vasconcelos.



Preço seria o mesmo – De acordo com o especialista, não há um público específico para esse tipo de imóvel, que interessa a todos:

“Os compradores estão exigindo esses valores agregados, que não encarecem as construções. A ideia dos temáticos é uma embalagem.”

Para agradar o cliente, não falta criatividade entre as construtoras. A Santa Cecília lançou em 2011 o condomínio Lagoa Azul, em Jacarepaguá, inspirado no famoso filme da década de 80, reprisado várias vezes na TV. O grupo Avanço Aliados buscou inspiração no luxuoso e enorme Palácio de Versailles, na França, no lançamento do condomínio de mesmo nome, na Freguesia – cujos apartamentos custam a partir de R$ 581.450. A Rossi levou para a Barra da Tijuca o conceito do conforto dos spas, com o Vitality, e a Brookfield preferiu a influência de fontes de água para o empreendimento Vila das Fontes, na Vila da Penha.

Fonte: Zap Imóveis

domingo, 15 de janeiro de 2012

Expectativas da construção civil para 2012

O Brasil é um dos países que menos vem sofrendo com a crise econômica mundial desde 2007, a estabilidade financeira e as boas expectativas para 2012 tem atraído grandes investimentos nacionais e estrangeiros em diversos setores, especialmente na construção civil. Segundo Tercio Luis presidente da Construtora Costa Feitosa “O Brasil tem se tornado cada vez mais um grande canteiro de obras, basta cruzar qualquer rodovia para ver grandes construções em execução”.
Em 2011 o setor da Construção Civil no Brasil registrou um crescimento de 4,8% em relação ao ano anterior e acredita-se que esse setor será “o grande player de 2012”, segundo a CBIC (Câmara Brasileira da Indústria de Construção). Este crescimento deve-se também a entrada de investimentos de empresas multinacionais no país, que encontraram no Brasil um mercado estável, ou seja, uma oportunidade para expandir seus negócios.
Além da estabilidade do mercado nacional, recentemente o governo brasileiro adotou uma medida que beneficia a vinda de investimentos estrangeiros, reduzindo de 6% para 0% a alíquota de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), para as aplicações de estrangeiros em titulo privados (debêntures) de longo prazo, com prazo de vencimento superior a quatro anos.
Uma das grandes construtoras do segmento de construção Industrial, a Construtora Costa Feitosa, viu neste ano um crescimento de 38,76% em relação a 2010, e acredita em um crescimento ainda maior para 2012. Segundo o presidente da Construtora Costa Feitosa houve uma grande inversão no perfil do negocio, que a três anos tinha 70% de seus clientes brasileiros e hoje tem uma carteira quase que exclusivamente estrangeira.
Não é exagero dizer que o Brasil é a “bola da vez”, e com a proximidade de grandes eventos esportivos como a Copa do Mundo (2014) e as Olimpíadas (2016), isso tem se tornado cada vez mais evidente. É valido lembrar que o setor da construção civil, é um dos elementos da economia, que tem ajudado e continuará a ajudar o país a não sofrer todos os efeitos negativos da crise mundial.
As expectativas do setor de construção civil para 2012 são otimistas no Brasil, e com a estagnação dos mercados Europeus e Norte Americanos, grandes investidores têm apostado fortemente em nossa economia, gerando divisas e encontrando no Brasil uma forma de continuar seus investimentos e obter lucros.
Segundo o presidente da Construtora Costa Feitosa, “Os orçamentos em andamento apontam para um faturamento de mais de 100 milhões em 2012”.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Quer investir em imóveis? Confira 10 dicas para se dar bem neste mercado

SÃO PAULO – Os imóveis sempre foram considerados no Brasil uma opção segura e atrativa de investimentos. Nos últimos anos, principalmente, a forte alta no preço dos empreendimentos fez com que muitas pessoas começassem a se interessar ainda mais por este este tipo de aplicação.
E você, já pensou em investir em  imóveis? Acha que eles ainda podem trazer uma boa rentabilidade? Então confira as dicas do vice-presidente do Ibef (Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças) e autor do livro “Imóveis, Seu Guia Para Fazer da Compra e Venda um Grande Negócio”, Luiz Calado.
1 – Procure se antecipar às melhorias que podem valorizar as regiõesAntes de decidir pela compra de um imóvel para investir, é importante tentar se antecipar às melhorias que podem valorizar as regiões. “Se o metrô já estiver naquela região, não dá pra ter nenhum retorno excepcional. Mas se ainda vão construir, se ainda estiver no planejamento, tem um potencial de valorização grande”, ressalta.
Um grande centro comercial, ou um shopping center também podem valorizar a região e o imóvel. “Foi exatamente o que aconteceu ali naquela região do shopping Bourbon, perto do Parque Antártica (zona oeste da cidade de São Paulo)”, afirma Calado.
Além disso, parques públicos também agregam valor às áreas em que estão integrados. “Os imóveis perto do Parque do povo (no Bairro do Itaim Bibi, em São Paulo) registraram uma grande alta”, diz Calado.
2 – Converse com corretores antes de comprar
O especialista lembra que os corretores têm acesso privilegiado às informações e a tudo o que está acontecendo no mercado imobiliário. “Se você mostrar para o corretor que tem interesse real de investir e que procura alguma oportunidade, ele vai trabalhar para você”, diz. “Às vezes, as pessoas querem investir sem falar com ninguém. Mas a escolha pode não ser o melhor investimento para o momento”, alerta.
3 – Converse com quem mora e trabalha na região
Pesquisar e obter informações sobre o local onde está localizado o imóvel é outra dica de Calado. “O comércio local, como mercadinhos, padaria, que atendem principalmente as pessoas daquele bairro, são ideais para pesquisar sobre a região. Geralmente as pessoas gostam de falar e é interessante você ouvir o que a pessoa acha do bairro, se tem aumentado demanda, quais são os problemas, etc”, aponta.
Ele lembra que alguns investidores compram o imóvel sem ao menos visitá-lo, o que é um erro. “Tem que tomar muito cuidado com isso”, afirma.
4 – Defina seu objetivo (ganho de capital ou aluguel)
Antes de comprar um imóvel para investir, o especialista ressalta que é importante definir o seu objetivo: “Você quer ganho de capital (comprar apenas para revender depois, mais caro) ou rentabilidade com aluguel?” questiona. “Com base neste objetivo, converse com os corretores”, continua.
5 – Controle a euforia em relação à rentabilidade passada – ela não garante ganhos no futuro
O especialista lembra que comprar um imóvel é uma decisão que precisa ser muito bem pensada e estudada. “Não é só porque subiu muito nos últimos anos, que o investimento vai continuar dando um retorno expressivo”, diz.
Por isso, ele recomenda que o investidor não se empolgue com o passado. “Quando você consulta o histórico de rentabilidade de um fundo de investimento, sempre tem a informação de que retorno passado não é garantia de retorno futuro. Para imóveis, deveria ter algo parecido”, diz.
6 - Fique atento às oportunidades das incorporadoras
Observar os anúncios de jornais com oportunidades das incorporadoras é outra dica de Calado. “Tenho visto grandes incorporadoras oferecendo as últimas unidades de um imóvel já pronto. Isso geralmente representa uma boa oportunidade para quem quer investir. Não é um imóvel usado, mas sim um recém construído”, afirma.
7- Olhe para outras regiões e não apenas para perto de onde você mora
Quem quer investir não deve restringir sua escolha à região onde sempre morou ou que mais gosta. “Não é só porque eu moro em um bairro que vou deixar de olhar uma ótima oportunidade em uma outra região da cidade”, afirma. “O investidor precisa ter uma visão mais abrangente”, continua.
8 – Fundos imobiliários podem ser boa opção para investir em imóveis comerciais
De acordo com o especialista, uma boa oportunidade também está surgindo com os fundos imobiliários que compram vários imóveis. “Acompanho a indústria de fundos há 11 anos e notei que o perfil desses fundos mudou um pouco. Antes, o fundo tinha um único imóvel. Agora, já existem vários fundos que levantaram capital para investir em diversos imóveis comerciais. Isso pode afetar positivamente este mercado, mesmo considerando que o preço do imóvel comercial já está chegando em um nível que inviabiliza grande altas”, diz.
9 – Mantenha-se atualizado
Buscar sempre mais conhecimento e se manter atualizado é outra dica importante para conseguir sucesso no universo dos investimentos em imóveis. “Atualize-se lendo os jornais, revistas e livros”, aconselha.
10 – Não adianta ter pressa
Por fim, o famoso ditado “a pressa é inimiga da perfeição” se encaixa bem quando o assunto é o investimento em imóveis. Por isso, o ideal é que o investidor tome suas decisões com consciência e sem afobação. “Não tenha pressa e evite entrar em uma euforia”, finaliza Calado.
Fonte: InfoMoney11 de janeiro de 2012 • 18h06